Por outro lado, a variedade dos ataques por ransomware aumentou em 101,2%, o que, juntamente com o volume de ataques ainda alto, faz com que o ransomware seja uma ameaça predominante, alerta a empresa.

Relatório de ciberameaças elaborado por empresa especializada em segurança da informação, aponta que, ao contrário de previsões de diversos especialistas, ataques de ransomware caíram em 2017: foram 638 milhões em 2016 e, no ano passado, o número ficou em 184 milhões – queda de 71,2%.

Regionalmente, as Américas foram as mais afetadas, recebendo 46% de todas as tentativas de ataque por ransomware em 2017. Por outro lado, a variedade dos ataques por ransomware aumentou em 101,2%, o que, juntamente com o volume de ataques ainda alto, faz com que o ransomware seja uma ameaça predominante, alerta a empresa.

“A ciberguerra afeta cada governo, negócio e pessoa. Ela não pode ser vencida por qualquer um de nós”, alerta CEO de empresa responsável pelo estudo. “Nossos dados e conclusões mais recentes mostram que não param de aumentar uma série de ataques estratégicos. Ao compartilhar inteligência orientada a ações, pretendemos melhorar a postura de segurança contra as ameaças maliciosas e também contra os criminosos de hoje.”

Panorama

Em 2017 mais de 9,32 bilhões ataques por malware foram registrados e mais de 12,5 mil novas vulnerabilidades comuns durante o ano passado.

“Os riscos para a privacidade dos negócios e o crescimento de seus dados crescem a cada dia, principalmente porque a cybersegurança está superando algumas das mais tradicionais preocupações empresariais”, comenta.

Uso de SSL/TLS cresce novamente

O tráfego web criptografado por padrões SSL/TLS registraram salto significativo em 2017, de 24%. Essa mudança vem apontando uma oportunidade para cibercriminosos, que vêm escondendo constantemente ameaças em tráfego criptografado. O tráfego SSL/TLS representou 68% do tráfego total de internet em 2017, aponta o estudo.

A Future possui as melhores soluções e serviços para manter sua empresa sempre segura. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: ComputerWorld

Entre em contato conosco